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Revista Latinoamericana de Etnomatemática
Revista Activa *
ISSN electrónico: 2011-5474
Cuatrimestral
Educación
Universidad de Nariño
Colombia

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Luz Valoyes-Chávez
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es: Este documento presenta algunas reflexiones sobre los discursos raciales de tipo histórico establecidos en Colombia desde el establecimiento de la Nueva Granada (1750 - 1816) en relación a la ilustración, la ciencia y la raza; y su influencia en las prácticas de enseñanz a de las matemáticas escolares asociadas a estos discursos. Para ello se presenta en un primer momento algunos discursos utilizados por los ilustrados en ese periodo histórico, luego la incidencia de estos en la ciencia y finalmente algunas relaciones e in fluencias de estos en las prácticas de enseñanza de las matemáticas a nivel curricular . Se retoman al gunos estudios estadounidenses, latinoamericanos y de l contexto colombiano en relación a la raza, enseñanza de las matemáticas, además de aquellos relacionados con perspectivas socioculturales de las matemáticas.>>>en: This document presents some reflections on the racial discourses of historical type, established in Colombia since the establishment of New Granada (19750 - 1816) regarding the illustration, science and race; and its influence on school teaching practices of mathematics associated to these speeches. To do so, some of the illustrated speeches in this historical are firstly presented illustrated, then the incidence of these in science and finally some relationships and influences of these practices in teaching mathematics at curric ular level. Some North American , Latin American and of Colombian context in its relation to race, mathematics teaching, in addition to those related to sociocultural perspectives of mathematics.>>>
Ángela Patricia Valencia Salas
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pt: Este ensaío reflexivo repercute um estudo de doutoramento que promoveu um debate em torno do Projeto Educação Para Todos (EPT) no Brasil. Especialmente, os tópicos intitulados: necessidades básicas de aprendizagem; atenção na aprendizagem e; ambiente adequado à aprendizagem. Ele, o debate, buscou conectar os ideais de uma Educação Matemática Para Todos (EMPT) às determinações da Lei 10.639/03, analisando processos e modos de apredizagem - ensino culturais aflorados na Etnomate mática, em confluência com a Psicologia Cognitiva e Social. Fundamentando - se, para tanto, no conceito de inclusão perversa, em referências sobre aprendizagem sócio - hist órica e sobre a africanidade brasileira, descrita por Munanga e Silva. Buscando, atender especificidades da população brasileira, não destacadas na educação escolar.>>>en: This reflective essay reports on a doctoral study that contributes to the debate about the Project Education for All (EPT) in Brazil. Especially for the topics entitled — basic learning needs, attention to learning, and suitable environment for learning — the debate sought to connect the ideals of a Mathematics Education for All (EMPT) the provisions of Law 10.639/03, analyzing processes and modes of teaching - learning cultural programs touched upon in Ethnomathematics, the confluence of Cognitive and Social Psychology. This report is based on the concept of perverse inclusio n in references to socio - historical learning and Brazilian Africanity described by Munanga and Silva and seeks to attend to specifics of the Brazilian population, not highlighted in school education.>>>
Vanisio Luiz da Silva
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pt: Microagressões são formas sutis de insultos verbais, não verbais e visuais, direcionadas a indivíduos com base em raça, gênero, etnia, classe social, dialeto ou religião, frequentemente feitas automaticamente ou inconscientemente pelos agressores, mas que são capazes de causar um profundo impacto sobre a vida dos agredidos. As microagressões também expressam uma forma evoluída do racismo, visto que formas mais agressivas e sistêmicas de racismo não são mais socialmente aceitáveis como no passado. No context o da educação em nível superior, muit os pesquisadores têm apontado que a constante exposição às microagressões experienciadas pelos estudantes pode se tornar um fator negativo tanto para sua permanência quanto para seu desempenho acadêmico, uma vez que int erferem negativamente em sua integração social e acadêmica com o clima do campus . Neste sentido, o propósito deste trabalho é refletir sobre o co nceito de microagressões e suas possíveis implicações nas universidades . Isso será feito através de uma revisão de diversos estudos e pesquisa s, bem como por meio de discuss ões baseadas em dados produzidos em uma pesquisa conduzida pelo primeiro autor . Estes dados estão relacionad o s às experiências com microagressões relatadas por estudantes de cursos superiores da área das ciências exatas beneficiados por ações afirmativas. Consideramos que as implicações práticas deste trabalho po dem contribuir para um m elhor entendimento sobre as experiências que influenciam na permanência e no progresso acadêmico destes estudant es , as quais frequentemente ultrapassam questões tradicionais relacionadas ao ensino e à aprendizagem.>>>en: Microaggressions are subtle insults, verbal and not - verbal, addressed to individuals based on race, gender, ethnic, social class, dialect , or religion often made unthinking ly or unconscious ly by aggressors but can cause a huge impact on the life of the ass aulted. Microaggressions also express an evolved form of racism, since more aggressive forms and systemic racism are not as socially acceptable as in the past. In higher education, several researche r s have emphasized that the constant expos ure to microaggr essions that students experience could be a negative factor in their academic development as well as their permanence, since they interfere with social and academic integration and with campus climate. Our aim is to reflect on the concept of microaggressio n and its possible implications in universit ies . This will be done through a review of literature as well as discussions based on data produced in a research conducted by first author related to experiences with microaggressions described by STEM affirmati ve action students. We believe that the practic al implications of this work can contribute to a better understand ing about experiences that influence in the permanence and academic progress of these students that often exceed traditional questions related to learn ing and teaching.>>>
Guilherme Henrique Gomes da Silva
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Arthur Belford Powell
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en: In the 8th annual meeti ng of the International Mathematics Education and Society (MES - 8), Martin (2015) asked the critical question, “where does critical mathematics education stand, and demonstrate unequivocal action, against anti - black racism, racial terror, and global white supremacy?” This question marked a call to action for criticalmathematics educators to think not only about the liberatory and emancipatory possibilities of mathematics education, but to specifically address race and racism more explicitly as a field. Using Powell’s (2012) “futuri stic definition” of a criticalmathematics educator as mathematician, educator, and activist, the authors argue that while criticalmathematics educators have successfully pushed educators to consider improved pedagogical strategies for greater equity, more social action is needed to fight racism. The authors advocate for greater attention to Martin’s call to action and the need for criticalmathematics educators to actively and explicitly engage in more unequivocal action against global white supremacy and an ti - black racism.>>>es: Durante el 8vo Encuentro Internac ional Mat emá ticas Educa ción y Socie dad (MES - 8), Martin (2015) plante ó una cuestión fundamental , “ ¿ En dónde se posiciona la educació n matemática crítica y demuestra acció n inequívoca contra el racismo anti - negro , el terror racial y la supremacía blanca global? Esta pregunta marca un llamado a la acción para los educadores matemáticos críticos a pensar no solamente en las posibilidades liberadoras y emancipadoras de la educación matemática , sino de abordar de manera más explícita y específicamente la raza y el racismo . Usando la “definición futurista” de Powell (2012) de educa dor m ate m á tico crí tico como matemático, educador y activista, las autoras plantean que aunque los educador es matemático s crítico s han conducido exitosamente a que los educadores consideren mejores estrategias pedagógicas para alcanzar una mayor equidad , es necesaria más acción social para luchar contra el racismo. Las autoras abogan por una mayor atención al llamado a la acción que hizo Martin y a la necesidad de que los educadores matemáticos críticos se involucr en activa y ex plícitamente en má s acciones inequívocas en contra de la supremacía blanca global y el racismo anti - negro.>>>
Paula Groves Price
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